quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Ela Se Foi...

Esta semana faleceu aos 91 anos de idade, Eleanor Parker,a baronesa de "A Noviça Rebelde".E eu fiquei triste.Até chorei!Sério!Vi algumas fotos dela na internet,tão bonita,tão "cheia de vida",como dizem.E agora tudo acabou.Bem,é claro que há muito tempo essa beleza já não existia mais,afinal ela tinha 91 anos,mas ainda havia vida.Agora ela não está mais entre nós.Isso me faz pensar muito na brevidade da vida...



Pessoas vivem uma vida toda,casam,descasam,têm filhos,trabalham,choram,sofrem,se alegram,e de repente tudo acaba.Nada mais importa.Nada do que você fez ou deixou de fazer,nada do que você foi ou deixou de ser importa.



"Ontem nascemos,hoje estamos aqui,amanhã estaremos mortos.E perseguir qualquer coisa,exceto o que seja eterno,é absolutamente insano."

Paul Washer
 

Nesta vida,apenas uma coisa importa.



 “Porque somos estranhos diante de ti e peregrinos como todos os nossos pais; como a SOMBRA são os nossos dias sobre a terra, e não há outra esperança.” (1Cr 29:15)
Diante de ti somos estrangeiros e forasteiros, como os nossos antepassados. Os nossos dias na terra são como uma sombra, sem esperança.
1 Crônicas 29:15
Diante de ti somos estrangeiros e forasteiros, como os nossos antepassados. Os nossos dias na terra são como uma sombra, sem esperança.
1 Crônicas 29:15





“Os meus dias são mais velozes do que a LANÇADEIRA DO TECELÃO e perecem sem esperança. Lembra-te de que a minha vida é como o VENTO; os meus olhos não tornarão a ver o bem. Os olhos dos que agora me vêem não me verão mais; os teus olhos estarão sobre mim, mas não serei mais. Tal como a NUVEM se desfaz e passa, aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir.” (Jó 7:6-9)







“Porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a SOMBRA.” (Jó 8:9)
 




 “Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um CONTO LIGEIRO.” (Sl 90:9)





“Porque o homem, são seus dias como a ERVA; como a flor do campo, assim floresce; pois, passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não conhece mais.” (Sl 103:15-16)





“O homem é semelhante à vaidade; os seus dias são como a SOMBRA que passa.” (Sl 144:4)





“Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um VAPOR que aparece por um pouco e depois se desvanece.” (Tg 4:14)
 
 Enfim,morte de pessoas me faz refletir nesse tema...E acho que é um tema bem relevante a ser refletido...Pena que as pessoas não pensam nisso.Levam suas vidas como se fossem viver eternamente aqui na terra.





sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O Poder do Perdão de Deus

"Foi em um culto na igreja em Munique [em 1947] que eu o vi, o ex-soldado da SS, que tinha montado guarda à porta da sala do chuveiro no centro de processamento de Ravensbrück. Ele era o primeiro de nossos carcereiros que eu via desde aquele tempo. E subitamente tudo estava lá – uma sala cheia de homens escarnecedores, as pilhas de roupas, o rosto pálido de dor de Betsie. Ele veio até mim, uma vez que a igreja estava se esvaziando, sorridente e me saudando com uma inclinação da cabeça. “Quão grato estou por sua mensagem, Fräulein”, disse ele. “Pensar que, como você disse, Ele lavou meus pecados!”
Ele moveu a mão para a frente para me cumprimentar. E eu, que tantas vezes havia pregado às pessoas em Bloemendaal sobre a necessidade de perdoar, mantive minha mão ao meu lado.
Mesmo enquanto os pensamentos raivosos, vingativos, ferviam dentro de mim, eu vi os pecados desses pensamentos. Jesus Cristo havia morrido por esse homem; será que eu iria pedir mais? Senhor Jesus, orei, perdoe-me e me ajude a perdoá-lo.
Tentei sorrir, lutei para erguer minha mão. Não consegui. Eu não sentia nada, nem sequer a mínima faísca de calor humano ou de caridade. Então, novamente, fiz uma oração silenciosa. Jesus, não consigo perdoá-lo. Dê-me do teu perdão.
Quando lhe dei a mão, a coisa mais incrível aconteceu. Desde o meu ombro, ao longo do meu braço e através da minha mão, parecia que uma corrente elétrica passava de mim para ele, enquanto meu coração se enchia de amor por aquele estranho, tanto que quase me tirava o fôlego. Foi então que descobri que não é mais do nosso perdão nem da nossa bondade que depende a cura do mundo, mas do perdão e da bondade dEle. Quando Ele nos diz para amarmos nossos inimigos, Ele dá, juntamente com o mandamento, o próprio amor."

Corrie ten Boom - extraído do livro "O Refúgio Secreto"


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Só Pra Não Passar em Branco...

Como faz muito tempo que não posto nada e estou com preguiça de falar sobre o assunto que,afinal,já está um pouco saturado,vou postar essas duas fotos LINDAS,só pra não passar em branco...(isso tá parecendo um sonho,o povo mais interessado com a situação do país do que com futebol!É surreal!)





sábado, 9 de fevereiro de 2013

A Morte de Uma Igreja

Vi esse texto no blog Bereianos e gostei muito!Muito bom,por isso resolvi reproduzir aqui!



A Morte de Uma Igreja

-por Hernandes Dias Lopes




"As sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas debaixo de pesadas pedras. Hoje, nessa mesma região tem menos de 1% de cristãos. Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas ainda hoje?






Em primeiro lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela se aparta da verdade. Algumas igrejas da Ásia Menor foram ameaçadas pelos falsos mestres e suas heresias. Foi o caso da igreja de Pérgamo e Tiatira que deram guarida à perniciosa doutrina de Balaão e se corromperam tanto na teologia como na ética. Uma igreja não tem antídoto para resistir a apostasia quando abandona sua fidelidade às Escrituras nem a inevitabilidade da morte quando se aparta dos preceitos de Deus. Temos visto esses sinais de morte em muitas igrejas na Europa, América do Norte e também no Brasil. Algumas denominações históricas capitularam-se tanto ao liberalismo como ao misticismo e abandonaram a sã doutrina. O resultado inevitável foi o esvaziamento dessas igrejas por  um lado ou o seu crescimento numérico por outro, mas um crescimento sem compromisso com a verdade e com a santidade. Não podemos confundir numerolatria com crescimento saudável. Nem sempre uma multidão sinaliza o crescimento saudável da igreja. Uma igreja pode ser grande e mesmo assim estar gravemente enferma. Sempre que uma igreja troca o evangelho da graça por outro evangelho, entra por um caminho desastroso.






Em segundo lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela se mistura com o mundo. A igreja de Pérgamo estava dividida entre sua fidelidade a Cristo e seu apego ao mundo. A igreja de Tiatira estava tolerando a imoralidade sexual entre seus membros. Na igreja de Sardes não havia heresia nem perseguição, mas a maioria dos crentes estava com suas vestiduras contaminadas pelo pecado. Uma igreja que flerta com o mundo para amá-lo e conformar-se com ele não permanece. Seu candeeiro é apagado e removido. Alguém disse: "Fui procurar a igreja e a encontrei no mundo; fui procurar o mundo e o encontrei na igreja". A Palavra de Deus é clara: ser amigo do mundo é constituir-se inimigo de Deus. Quem ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Há pouca ou quase nenhuma diferença hoje entre o estilo de vida daqueles que estão na igreja e daqueles que estão comprometidos com os esquemas do mundo. O índice de divórcio entre os cristãos é tão alto como daqueles que não professam a fé cristã. O número de jovens cristãos que vão para o casamento com uma vida sexual ativa é quase o mesmo daqueles que não frequentam uma igreja evangélica. A bancada evangélica no Congresso Nacional é conhecida como a mais corrupta da política brasileira. A teologia capenga produz uma vida frouxa. Precisamos voltar aos princípios da Reforma e clamar por um reavivamento!






Em terceiro lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela não discerne sua decadência espiritual. A igreja de Sardes olhava-se no espelho e dava nota máxima para si mesma, dizendo ser uma igreja viva, enquanto aos olhos de Cristo já estava morta. A igreja de Laodicéia considerava-se rica e abastada, quando na verdade era pobre e miserável. O pior doente é aquele que não tem consciência de sua enfermidade. Uma igreja nunca está tão à beira da morte como quando se vangloria diante de Deus pelas suas pretensas virtudes. O cristão não deve ser um fariseu. O fariseu aplaudia a si mesmo por causa de suas virtudes, mas olhava para os publicanos e os enchia de acusações descaridosas. O cristão verdadeiro não é aquele que faz um solo do hino "Quão grande és tu" diante do espelho, mas aquele chora diante de Deus por causa de seus pecados.






Em quarto lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela não associa a doutrina com a vida. A igreja de Éfeso foi elogiada por Jesus pelo seu zelo doutrinário, mas foi repreendida por ter abandonado seu primeiro amor. Tinha doutrina, mas não vida; ortodoxia, mas não ortopraxia; teologia boa, mas não vida piedosa. Jesus ordenou a igreja a lembrar-se de onde tinha caído, a arrepender-se e a voltar à prática das primeiras obras. Se a doutrina é a base da vida, a vida precisa ser a expressão da doutrina. As duas coisas não podem viver separadas. Doutrina sem vida produz orgulho e aridez espiritual; vida sem doutrina desemboca em misticismo pagão. Uma igreja viva tem doutrina e vida, ortodoxia e piedade, credo e conduta!






Em quinto lugar, a morte de uma igreja acontece quando falta-lhe perseverança no caminho da santidade. As igrejas de Esmirna e Filadélfia foram elogiadas pelo Senhor e não receberam nenhuma censura. Mas, num dado momento, nas dobras do futuro, essas igrejas também se afastaram da verdade e perderam sua relevância. Não basta começar bem, é preciso terminar bem. Falhamos, muitas vezes, em passar o bastão da verdade para a próxima geração. Um recente estudo revela que a terceira geração de uma igreja já não tem mais o mesmo fervor da primeira geração. É preciso não apenas começar a carreira, mas terminar a carreira e guardar a fé! É tempo de pensarmos: como será nossa igreja nas próximas gerações? Que tipo de igreja deixaremos para nossos filhos e netos? Uma igreja viva ou igreja morta?"




Para refletirmos.

Sabrina Cosiuc.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Almas Mortas

 
 
O pecado faz com a vida o mesmo que a tesoura faz com uma flor. Um corte na haste separa a flor da fonte de vida. No início , a flor é atraente, continua colorida e forte. Mas observe-a depois de um tempo. As folhas murcham e as pétalas caem. Não há nada que você possa fazer para reavivá-la. Coloque-a na água. Enfie a haste no solo. Use fertilizante. Cole a flor de volta no caule. Faça o que quiser. A flor está morta.
A alma morta não tem atividade.
Se for separada de Deus, a alma murchará e morrerá. A consequência do pecado não é um dia ruim nem um ataque de mau humor, mas uma alma morta. As evidências de uma alma morta são claras: lábios envenenados e boca que profere maldição, pés que levam à violência e olhos que não enxergam Deus.
Agora você sabe por por que as pessoas são tão grosseiras. A alma delas está morta. Agora você sabe porque algumas religiões são tão sufocantes. Elas não têm vida. Agora você compreende porque o traficante consegue dormir à noite e por que o ditador consegue conviver com sua consciência. Ele não tem consciência.
A obra final do pecado é matar a alma.
 
Max Luccado - Nas Garras da Graça.

"Ensina-me o teu caminho, Senhor, para que eu ande na tua verdade; dá-me um coração inteiramente fiel, para que tema o teu nome." Salmos 86.11

Adoradores ou Consumidores?





A palavra “evangélicos” tem se tornado tão inclusiva que corre o
perigo de se tornar totalmente vazia de significado — (R. C. Sproul)




"Em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras devida eterna (6.67-69).

O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.


Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.

Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a “escolha” das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.

Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas."

Augustus Nicodemus Lopes 


Do Blog "Bereianos"

sábado, 12 de janeiro de 2013

Casa Arrumada



CASA ARRUMADA 

 Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

"Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa
entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar."



Perfeito!
Sabrina Cosiuc.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Críticos dos Outros

"Toda a Lei se resume num só mandamento:'Ame o seu próximo como a si mesmo.'
Mas se vocês se mordem e se devoram uns aos outros,cuidado para não se destruírem mutuamente."

Gálatas 5:14,15



"Quando não somos motivados pelo amor,tornamo-nos críticos de nossos semelhantes.Paramos de procurar o que há de bom e vemos somente as suas falhas;logo,a unidade dos crentes é quebrada.Você já criticou alguém "pelas costas"?Alguma vez enfocou seus erros ao invés de suas virtudes?Lembre-se que Jesus ordenou que amássemos o próximo como a nós mesmos(Mateus 22:39).Quando sentir que está começando a criticar alguém,faça uma lista de suas qualidades positivas.Se existem problemas a ser resolvidos,será melhor enfrentá-los com amor e não com bisbilhotices." 

(Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal)



É claro que comportamentos e atitudes que vão contra a Palavra de Deus devem,sim,ser criricados,mas tem gente que só sabe criticar os outros(pelas costas,é claro),dar lição de moral,dar indiretas e tal,inclusive,faz isso usando textos bíblicos.Só que para essas pessoas,só os outros estão errados e precisam ser corrigidos,elas são perfeitas em suas idéias e atitudes,e sempre estão certas(no ponto de vista delas mesmas).
Tenho visto muito disso e é preciso prestar atenção e ter humildade pra não entrar nessa,pois é natural tendermos a nos achar os "donos da razão"...



Sabrina Cosiuc